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Descrição

Indicações de Santa Hildegarda:

 

 Crises de raiva e nervosismo:

“Aquele que está abalado por crises nervosas, coloque imediatamente uma safira na boca, e a raiva cessará.”

A pedra é indicada para pessoas com instabilidade emocional, irritabilidade, raiva súbita ou dificuldades em lidar com o cotidiano.

Para quem não consegue colocar a pedra na boca, recomenda-se o uso da safira dentro da água 

 

Santa Hildegarda recomenda o uso da safira em casos de:

 

• Gota (gicht);

• Artrite, artrose;

• Febres, dores no corpo;

• Inflamações e infecções severas;

• Contrações e paralisias nos membros.

Intelecto e Concentração:

“O homem que deseja bom intelecto e boa ciência deve colocar a safira, todas as manhãs, em sua boca, em jejum, até produzir saliva suficiente para molhar a pedra.”

Após isso ela ensina fazer o vinho de safira. Aqueça o vinho, coloque  Safira dentro e tome esse vinho , mas que pode ser substituído por água 

A safira é quente e contém em si o ar.

E é útil para os sábios e para aqueles que buscam a sabedoria.

Ela reprime a malícia e a fraude no homem.

E é útil contra as enfermidades dos olhos.”

 

 

Sobre a Safira / Lápis-Lazuli

Durante a Idade Média, o vocabulário gemológico ainda não era preciso como hoje. O nome “safira” (do grego sappheiros) era usado de maneira mais ampla para qualquer pedra azul de grande beleza, e o lápis-lazúli frequentemente era incluído nessa categoria.

Escritores medievais e mesmo autores bíblicos que mencionavam “safiras” muitas vezes estavam, na prática, se referindo ao lápis-lazúli. O termo “safira” só foi claramente associado ao corindo azul (a safira verdadeira) a partir do Renascimento, com o avanço da mineralogia moderna.

A distinção clara entre “safira” (coríndon azul) e “lápis-lazúli” só se estabeleceu com o avanço da mineralogia nos séculos XVII e XVIII. Antes disso, a classificação das gemas baseava-se principalmente na cor e aparência, levando a confusões terminológicas.

Gostaríamos de esclarecer que não é possível afirmar com certeza que a “safira” mencionada por Santa Hildegarda se refira ao lápis-lazúli. No entanto, alguns estudiosos franceses e alemães, em cursos sobre litoterapia hildegardiana, defendem essa hipótese. Segundo eles, trata-se do lápis-lazúli, e não da safira moderna (coríndon azul), por dois motivos principais: a facilidade de acesso ao lápis-lazúli na região onde Santa Hildegarda viveu e o fato de que, na Idade Média, essa pedra também era conhecida como “safira”. 

Fonte: International Gem Society – História e Lenda das Safiras

 

Ambiguidade Histórica: Safira ou Lápis-Lazúli? 

Encontramos aqui duas possibilidades históricas no uso do lápis-lazúli. Ainda há muito a ser pesquisado, mas os resultados práticos, principalmente no tratamento de infecções oculares, têm mostrado sua eficácia. Quem sabe, em alguns anos, teremos certeza sobre qual pedra Santa Hildegarda de fato se referia. Por ora, seguimos usando aquela que é mais acessível ao povo. 

Alguns estudiosos franceses e alemães, em cursos sobre a litoterapia hildegardiana, afirmam que a “safira” mencionada pela Santa seria o lápis-lazúli, dado que: 

A pedra era comum na região onde Hildegarda viveu. 

Na Idade Média, o termo “safira” era usado para diversas pedras azuis, incluindo o lápis-lazúli.

 

Terçol

“Aquele que está sofrendo com terçol deve segurar uma lápis-lazúli na mão para aquecê-la, ou aquecê-la ao sol. Após, toque os olhos com esta pedra úmida, por três manhãs e três noites, e o terçol desaparecerá.”

Olhos Irritados ou Embaçados:

                •             Colocar a lápis-lazúli na boca em jejum (antes do café da manhã).

                •             Umedecer a pedra com a própria saliva.

                •             Passar o dedo sobre a pedra úmida e unção nos olhos.