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Descrição

Indicações de Santa Hildegarda:

 

 

Sobre a Safira / Lápis-Lazuli

Durante a Idade Média, o vocabulário gemológico ainda não era preciso como hoje. O nome “safira” (do grego sappheiros) era usado de maneira mais ampla para qualquer pedra azul de grande beleza, e o lápis-lazúli frequentemente era incluído nessa categoria.

Escritores medievais e mesmo autores bíblicos que mencionavam “safiras” muitas vezes estavam, na prática, se referindo ao lápis-lazúli. O termo “safira” só foi claramente associado ao corindo azul (a safira verdadeira) a partir do Renascimento, com o avanço da mineralogia moderna.

A distinção clara entre “safira” (coríndon azul) e “lápis-lazúli” só se estabeleceu com o avanço da mineralogia nos séculos XVII e XVIII. Antes disso, a classificação das gemas baseava-se principalmente na cor e aparência, levando a confusões terminológicas.

Gostaríamos de esclarecer que não é possível afirmar com certeza que a “safira” mencionada por Santa Hildegarda se refira ao lápis-lazúli. No entanto, alguns estudiosos franceses e alemães, em cursos sobre litoterapia hildegardiana, defendem essa hipótese. Segundo eles, trata-se do lápis-lazúli, e não da safira moderna (coríndon azul), por dois motivos principais: a facilidade de acesso ao lápis-lazúli na região onde Santa Hildegarda viveu e o fato de que, na Idade Média, essa pedra também era conhecida como “safira”. 

Fonte: International Gem Society – História e Lenda das Safiras

 

Ambiguidade Histórica: Safira ou Lápis-Lazúli? 

Encontramos aqui duas possibilidades históricas no uso do lápis-lazúli. Ainda há muito a ser pesquisado, mas os resultados práticos, principalmente no tratamento de infecções oculares, têm mostrado sua eficácia. Quem sabe, em alguns anos, teremos certeza sobre qual pedra Santa Hildegarda de fato se referia. Por ora, seguimos usando aquela que é mais acessível ao povo. 

Alguns estudiosos franceses e alemães, em cursos sobre a litoterapia hildegardiana, afirmam que a “safira” mencionada pela Santa seria o lápis-lazúli, dado que: 

A pedra era comum na região onde Hildegarda viveu. 

Na Idade Média, o termo “safira” era usado para diversas pedras azuis, incluindo o lápis-lazúli.